04 janeiro 2015

Look at me: TCC de jornalismo em moda.

Eu andei sumida por aqui, né? Bom, garanto a vocês que foi por uma causa nobre: Final de semestre na faculdade + trabalho de conclusão do curso de extensão em jornalismo de moda que participei nos últimos três meses. E é sobre isso que vou falar hoje!
Em outubro do ano passado resolvi fazer um curso de moda online para colocar no currículo e entender melhor como funciona a comunicação no mundo fashion. Optei por fazer no EnModa Escola de Empreendedores, fiz uma pesquisa rápida e acabei me matriculando no curso extensivo de Jornalismo em Moda. Na hora de escolher o curso, pensei em fazer primeiro um de curta duração para ver se ia me adaptar ao método de ensino. O que escolhi durou dois meses e meio, mas vi que tem cursos que duram de dois meses a um ano.
No final do curso, além de todas as atividades realizadas, há um trabalho de conclusão e o do meu curso era fazer um release sobre o lançamento de uma coleção de uma marca fictícia baseado em um texto sobre o Palácio de Topkapi em Istambul.
No meu caso, criei uma marca cujo estilista usava a influência dos lugares que costumava viajar como inspiração para a criação de suas peças. Dei uma boa pesquisada na cultura da Turquia, na história do Topkapi e achei interessante usar dois dos artefatos guardados no palácio, que hoje em dia é um museu que guarda os tesouros dos sultões que habitaram o local por quatro séculos.
Agora imaginem a quantidade de coisas guardadas naquele lugar aos longo dos anos. Com tanta informação, acabei escolhendo o Punhal de esmeraldas e o Diamante de 86 quilates que podem ser encontradas em exposições no Topkapi e baseei toda a coleção do estilista nessas peças.
Terminei a parte escrita do trabalho e achei que seria bacana fazer algumas fotos que pudessem ser usadas como mostruário da coleção para dar vida ao trabalho. E aí que a parte mais divertida começou: chamei um amigo para fazer as fotos, peguei uns lenços da minha avó e umas bijuterias para montar um look para as fotos. 


Como laranja é uma cor que está em alta em 2015, peguei um vestido que tenho para montar o look. Ele tem uma pegada boho e achei que ficaria legal misturar o laranja com as cores vibrantes dos lenços da minha avó. 
Também procurei bijuterias semelhantes às peças expostas no Palácio de Topkapi para fazer o mostruário de peças da coleção do meu estilista. 





Fotografia: Marcos Haas.

Espero que tenham gostado do post! 

Beijos, Luiza. 

10 dezembro 2014

Editorial: As faces do vestir.

Confesso que trabalhar com fotografia nunca foi minha intenção. Sempre me dei mal nas cadeiras de fotografia na faculdade e nunca tive uma "visão fotográfica". Mas no começo de 2014 a coisa mudou de figura: fui estagiária na área de jornalismo policial no jornal Folha da Cidade em Dom Pedrito e para a minha infelicidade na época, colocaram uma câmera na minha mão e boa sorte. Tive que me virar nos 30 para aprender a fotografar. 
Foi na UCPel Fashion Week que de fato peguei gosto pela fotografia. Como pretendo me especializar em moda após concluir o curso de jornalismo, todos os meus trabalhos estão seguindo esta linha. 
Como fiz contato com muitas alunas do curso de Design de Moda da minha universidade após o evento, algumas delas me chamaram para fazer as fotos dos projetos de integração que são apresentados a cada final de ano. 
O projeto de integração interliga as disciplinas cursadas durante o ano e consiste numa pesquisa teórica do tema abordado, o desenho dos croquis e a apresentação do look em si feito pelas alunas. 
A Shay, que cursa o 4º semestre me chamou para fotografar o editorial As faces do vestir cujo tema era Moda: Rebeldia, juventude e ousadia. 

 


O editoral da Shay se chama As faces do vestir é inspirado em Hester do livro The Scarlett letter e em Olive do filme Easy A. Ela mistura o puritanismo da letra “A” usada pelas personagens em ambas histórias e se dá ao fato de que Olive, a personagem que pertence aos dias atuais, enfrenta tipos diferentes de julgamento em relação aos da época de Hester, que viveu no século XVII em uma comunidade puritana de Boston carregada de ideologias que pregavam que a mulher deveria ser submissa ao sexo masculino.



Projeto de integração: Shayanny Moura
Modelo: Laura Silva

Espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar! 
Beijos, Luiza. 

03 dezembro 2014

5 perguntas para fazer a si mesma antes de ir às compras.

O meu grande problema sempre foi a empolgação momentânea na hora de escolher as peças de roupa para comprar. Eu costumava ficar tão eufórica na hora de fazer compras que acabava comprando coisas que usei duas vezes no máximo ou que simplesmente ficaram esquecidas no fundo do meu armário. 
O resultado? Um guarda-roupas atulhado de coisas que não tinham harmonia entre si. Peças de vestuário de vários estilos diferentes que juntas formavam um circo de horror. Roupas que não ficavam bem no meu corpo e apesar de ter roupas caindo aos meus pés cada vez que abria o armário, eu vivia o pesadelo da maioria das mulheres do planeta: Não ter o que vestir. 
Foi quando voltei do meu intercâmbio em 2013 que resolvi mudar: Limpei o guarda-roupas, me livrei de tudo que não servia ou não combinava e encontrei o meu estilo pessoal. Consequentemente mais de metade do meu guarda-roupas se foi nessa mudança e minhas opções de vestuário ficaram escassas e eu precisava fazer compras urgente. Só que havia um problema: Eu não tinha mais dinheiro. Consumi até o último centavo no intercâmbio e estava dura. Comecei a pesquisar na internet, livros e sites de moda. Precisava de uma solução para os meus problemas e foi nesse momento que a encontrei. A partir do momento que estudei a fundo o que cada um representa na sociedade, ficou mais fácil descobrir o que deveria entrar no meu guarda-roupas ou não. 
Hoje em dia consigo fazer minhas compras sem tanta culpa. Claro que às vezes ainda me aventuro em araras de roupas que fogem do meu hábito. Resolvi partilhar essa experiência pessoal para ajudar os leitores do blog antes de passar o cartão de créditos e sair de alguma loja com várias sacolas com roupas que podem acabar jogadas em um canto.Pensando nisso, resolvi dar cinco dicas que sigo  quase religiosamente antes de comprar peças de vestuário. 

Essa roupa combina comigo? 
Se você já sabe que tipo de peça combina com o seu biotipo ou com a imagem que você quer passar a coisa fica um pouquinho mais fácil. Se você já tem um estilo, mas quer mudar algo ou acrescentar um diferencial no seu guarda-roupas, sempre pergunte a si mesma se a peça que está experimentando no provador realmente tem a ver com você. Se a peça fugir muito do seu padrão, ela acabará sendo deixada de lado.

Ficou realmente bem em mim? 
Quando vestir uma roupa, procure analisar todos os ângulos dela. Vire de costas, de lado, se abaixe, dance macarena, qualquer coisa para ter certeza de que ela está como você quer. Conheço gente que experimenta roupas e só se olha no espelho de frente. Ok, de frente a roupa pode parecer ter sido feita sob medida para você, mas não esqueça: você existe em vários ângulos, certifique-se que está tudo ok com a roupa em todos eles. 

Essa peça combina com pelo menos quatro itens do meu armário? 
Considero essa pergunta a mais importante. Você se apaixonou perdidamente por uma blusa azul royal com spikes nos ombros (?) e quer comprá-la a todo custo. Você precisa perguntar a si mesma se consegue fazer pelo menos quatro combinações mentalmente com outras roupas que já possui. Se a resposta for "pois é... eu tenho uma calça guardada" ou "eu posso comprar uma saia que vai ficar perfeita com essa blusa" esqueça. 

Vale o investimento? 
Mais vale um vestido de boa qualidade na mão do que cinco compradas só porque estavam na liquidação da liquidação da liquidação de uma loja estranha. Nem sempre os itens baratinhos vão valer o dinheiro investido. O que na hora parece um grande achado pode se transformar em uma grande perda de dinheiro. Se for para investir, que seja em apenas uma peça de qualidade que vai durar bastante tempo do que em cinco que vão se desmanchar na primeira lavagem. 

Cabe no meu bolso? 
Monte o seu guarda-roupas de acordo com o seu orçamento. Uma coisa é investir em uma roupa e outra é fazer o cartão de créditos sangrar ao parcelar algo em 5x. Após fazer as quatro perguntas acima e mesmo assim decidir comprar a peça, veja se essa compra não vai causar um desfalque em suas finanças. Parte da magia das compras é poder usar o que comprou sem remorso e você jamais vai conseguir fazer isso se ficar pensando "ainda tenho mais três prestações de R$200,00 para pagar por essa porcaria". 

Se a peça passou por esses cinco requisitos básicos e você está pronta para embalar e levar para casa, eu só tenho uma coisa a dizer: Aproveite suas roupas novas e seja feliz com suas compras! 
Beijos, Luiza.

01 dezembro 2014

Look at me: Back to basic.

Com a correria do dia a dia, trabalho, final de semestre na faculdade e tanta coisa para fazer, eu acabei optando por, mais uma vez, aderir aos looks mais casuais, assim fico pronta para qualquer tipo de situação durante o dia. 
Apesar de básica, a combinação jeans+camiseta ainda é uma das minhas favoritas. É extremamente prático e para dar uma diferença dá para colocar a blusa para dentro da calça ou colocar um cinto. É uma boa saída para aqueles momentos de "não tenho o que vestir". Para dar um toque não tão básico, investi em acessórios. 
Ao vestir a roupa, optei por um sapato de salto bloco que além de ser confortável está super em alta! Aliás, para quem gosta de salto alto como eu, mas não costuma usar tanto no dia a dia por achar que vai acabar com os pés, essa é uma ótima pedida, além de ser mais confortável que qualquer outra opção de salto. Comprei a minha sandália na Raphaella Booz. 
O look está bem no streetstyle: 






Espero que tenham gostado. 
Beijos, Luiza. 

24 novembro 2014

Madame Charme por Jennifer L. Scott

"A jovem Jennifer teve uma experiência rica que toda mulher sonha em ter. Durante seis meses de intercâmbio em Paris, a estudante americana aprendeu com sua anfitriã como se vestir de forma elegante com um guarda-roupa básico, como comer bem sem engordar, como se maquiar sem parecer maquiada, enfim, como viver à française. Madame Charme: lições de estilo, beleza e comportamento que aprendi em Paris vai guiá-la por essa aventura real e ensinar como as francesas transformam as pequenas coisas da vida em pérolas da arte de viver bem.
Cada capítulo deste livro revela um segredo valioso que Jennifer aprendeu enquanto estava sob a tutela de Madame Charme em Paris — dicas que você pode incorporar ao seu próprio dia a dia, não importando onde viva ou o tamanho do seu orçamento.
Divertido e envolvente, Madame Charme é essencial para quem deseja incorporar o je ne sais quoi parisiense em sua vida diária."



 Madame Charme é o primeiro livro da autora americana Jennifer L. Scott. O livro se trata de nada menos que lições aprendidas pela própria autora no tempo que passou na casa de uma família tradicional de Parisienses quando fez um intercambio de seis meses na França.

Além de abordar o tópico moda e beleza, aos longo dos vinte capítulos que é divido, a autora narra o grande choque cultural que recebeu que teve e a adaptação à cultura francesa e o que aprendeu observando a família Charme - nome fictício a fim de manter a privacidade da família - e a matriarca Madame Charme e no final acaba transformando seu aprendizado em lições de vida.



Os vinte capítulos do livro são inspirados principalmente na maneira desapegada e leve que a família francesa leva e divididos em três partes: Dieta&Exercícios, Estilo&Beleza e Como viver bem. Citando diversas situações do cotidiano da família Charme, a leitura acaba sendo algo bastante dinâmico e gostoso. As dicas dadas pela autora são válidas e totalmente aplicáveis ao dia a dia ou pelo menos nos fazem repensar em algumas atitudes, como por exemplo, o consumismo desenfreado e a importância de ter uma vida organizada, não só no sentido material da palavra, mas ao que se refere à forma com que lidamos com nosso próprio corpo e a imagem que queremos passar.
Recomendo a leitura de Madame Charme a todos que tem curiosidade ou apreço pela cultura francesa e aos que buscam constantemente uma forma de enriquecer de alguma forma a sua vida.



Aos que tem interesse em conhecer um pouco mais sobre a autora Jennifer L. Scott, ela tem um blog onde fala um pouco mais sobre como colocou os aprendizados de Madame Charme em prática e outras dicas sobre o dia a dia. Vale o click! 
A autora lançou há pouco tempo o livro At home with Madame Chic, mas ainda tem previsão de lançamento no Brasil.
Resenha escrita originalmente para o site Estante Seletiva.

Beijos, Luiza. 

17 novembro 2014

Look at me: Final de semana em Santa Cruz.

“Moda é comunicação, é mídia que se expressa visualmente. É também a carteira de identidade do cidadão, seu passaporte num mundo de culturas liquidificadas em novos amálgamas” (CASTILHO; GARCIA, 2001).

Ao mudar o foco do Luiza de Jobim para moda, fiz uma grande pesquisa em outros blogs do mesmo seguimento, livros e revistas. 
Eu gosto de moda e mais que isso, penso que a moda em si é uma das maneiras mais genuínas de comunicação já que através dela é possível definir a identidade de um indivíduo e sociedade e entender o contexto cultural em que este mesmo indivíduo está inserido. 
Eu pensei muito no que iria postar aqui, fiquei com bastante receio em relação aos tais looks do dia que em muitos blogs do mundo fashion são as postagens que mais bombam. Apesar disso, eu não sabia se eu estaria dentro dos padrões  corretos para os looks do dia. 
Bom, eu acredito que a moda depende de nós e não ao contrário. Apesar de ser uma fashion addicted, não me imagino jogando roupas fora só porque ela não é mais uma must have. A moda se recicla e deve trabalhar ao nosso favor. 
Pensando nisso, decidi sim fazer os posts de Look do dia, mas de uma maneira simples e acessível. Falar sobre peças que podem ser consideradas comuns, mas combinadas com outros itens do guarda-roupas e com os acessórios corretos, podem se transformar em algo incrível. Afinal, como já diria o próprio Marc Jacobs "As roupas não significam nada até alguém usá-las". 

E falando em look do dia, passei o final de semana em Santa Cruz e aproveitei para fotografar um deles para estrear a categoria aqui no Luiza de Jobim. 
Minha melhor amiga, a Heloisa, que já apareceu em várias crônicas aqui do blog, faz parte de um grupo de danças tradicionalistas do Rio Grande do Sul. Confesso que apesar de ser gaúcha, nunca tive contato direto com a cultura do estado, já a Heloisa dança no Departamento Cultural Alma Gaúcha desde 2008. Todos os anos, o Alma participa do Encontro de Arte e Tradição - ENART - que é o maior festival de arte amadora da América Latina. Farei uma postagem com mais detalhes do evento e contanto um pouquinho da história e da pilcha usada pelos membros do Alma Gaúcha ao longo dessa semana. 
Fiz minhas malas e embarquei com a Heloisa e o grupo de dança rumo a Santa Cruz. Levei roupas  leves, um casaquinho e dois pares de sapato para passar o final de semana. 
Como o evento acontece no parque da Oktoberfest, optei por algo confortável para que pudesse acompanhar a correria do pessoal sem maiores dificuldades.  
O look que escolhi para mostrar aqui foi um shorts destroyed, uma blusa com o ombro caído e uma rasteirinha: 







Meu acessório favorito: A Heloisa, rs.

Como disse antes, programei uma postagem para mostrar a vestimenta e a história que os membros do Alma Gaúcha contam na apresentação de dança. A postagem vai ao ar durante essa semana, então fiquem ligados. 


Beijos, Luiza. 

08 novembro 2014

UCPel Fashion Week: parte I

Semana passada rolou um evento super bacana na minha universidade. O Diretório Acadêmico da Moda organizou a primeira UCPel Fashion Week que surgiu a partir do Fashion Day que aconteceu em 2008. 
O evento aconteceu entre os dias 28 e 31 de outubro e contou com várias atividades para o público que tem interesse no mundo da moda. Entre eles, palestras com grandes nomes na moda pelotense como a estilista Eliza Andrade, a professora e produtora de moda Frantieska Schneid e a consultora de moda e empresária Vandressa Pretto que veio de Porto Alegre especialmente para o evento. Além das palestras, oficinas de cartonagem, programas de edição de imagem e ilustração foram ofertadas e ministradas pelas próprias alunas de diferentes semestres. Eventos públicos como o Moda na Rua, onde as estudantes conseguiram expor o seu trabalho e o grande desfile de encerramento que mostrou as coleções das meninas e o projeto de integração das graduandas do quarto semestre do curso também fizeram parte da programação.
Como toda boa curiosa e enxerida, ao saber da existência da Fashion Week, fui atrás das responsáveis pela organização e me ofereci para fazer a cobertura do evento. 
Lá se foi uma Luiza com uma câmera pendurada no ombro e um bloquinho de notas na mão. 
Como pretendo seguir o caminho do jornalismo de moda, busco o máximo de informação possível em cursos de moda online e livros, mas até então não tive a oportunidade de ver como a coisa de fato acontece. Essa experiência que as meninas da moda proporcionaram, me fez ter ainda mais certeza que estou trilhando o caminho certo. Gostaria de deixar aqui o meu agradecimento ao Diretório Acadêmico da Moda da UCPel e às alunas do curso que me permitiram fazer parte do incrível mundo fashion. 
Confiram abaixo algumas das fotos que fiz na UCPel Fashion Week 2014: 

O Moda na Rua aconteceu no largo do campus I da universidade. As alunas do curso expuseram suas coleções e trabalhos publicamente. Além de conferir de perto as produções, era possível comprar peças exclusivas das alunas ou do brechó montado por elas. 





As oficinas ofertadas na Fashion Week eram ministradas pelas alunas do próprio curso da universidade. 

Oficina de Ilustração ministrada pela aluna Jéssica Madruga. 



Oficina de Cartonagem de bolsas ministrada pelas alunas Mariana Reis e Daniele Slabão. 




A professora e produtora de Moda Frantieska Schneid convidada para palestrar no evento. 



Palestra "O que a nossa imagem fala sobre nós: Vestindo-se para o sucesso" com a consultora de Moda Vandressa Pretto. 

Mesa redonda com a estilista Eliza Andrade. 


Separei a postagem em duas partes, já que a parte II será voltada para o desfile que ocorreu no campus principal da UCPel e para os detalhes das coleções das alunas do curso. Pretendo publicar no começo da semana que vem. 
Espero que tenham gostado do post! 
Beijos, Luiza.

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